
A iniciativa é uma união de esforços da Ouvidoria das Mulheres do MPDFT, do Núcleo de Gênero e da Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão contra a importunação sexual e a violência contra as mulheres durante os festejos carnavalescos.
Acolher uma criança temporariamente muda a rotina de toda a família. São momentos de desafios, aprendizados e crescimento de distintas formas. Mas, para ela, o acolhimento é muito mais que a mudança de moradia temporária, representa um marco para toda a vida. Sair do ambiente institucionalizado ou disfuncional para receber atenção individualizada e participar de relacionamentos familiares saudáveis possibilita resgatar a autoestima; adquirir valores aos quais ela não teria acesso de outro modo; e estabelecer vínculos que permitam um futuro adulto mais seguro, funcional e com melhores hábitos.
O acolhimento temporário é uma medida protetiva e excepcional. As famílias cadastradas recebem instruções, ajuda de custo e todo o suporte necessário para receber em suas casas, por até 18 meses, crianças e adolescentes que precisaram ser afastados de suas famílias. Pensando em esclarecer dúvidas sobre o programa, a Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e Juventude do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (PJIJ/MPDFT) e o Família Acolhedora veiculam a campanha “Seja um doce lar temporário para memórias eternas”, nas redes sociais, voltada a esclarecer as principais dúvidas sobre o programa.