Seu navegador nao suporta javascript, mas isso nao afetara sua navegacao nesta pagina MPDFT - Família acolhedora: campanha esclarece dúvidas sobre programa

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Série promovida pela Promotoria da Infância e Instituto Aconchego será divulgada nas redes sociais para tratar principais tópicos e convidar famílias para conhecer e participar do acolhimento

Acolher uma criança temporariamente muda a rotina de toda a família. São momentos de desafios, aprendizados e crescimento de distintas formas. Mas, para ela, o acolhimento é muito mais que a mudança de moradia temporária, representa um marco para toda a vida. Sair do ambiente institucionalizado ou disfuncional para receber atenção individualizada e participar de relacionamentos familiares saudáveis possibilita resgatar a autoestima; adquirir valores aos quais ela não teria acesso de outro modo; e estabelecer vínculos que permitam um futuro adulto mais seguro, funcional e com melhores hábitos.

O acolhimento temporário é uma medida protetiva e excepcional. As famílias cadastradas recebem instruções, ajuda de custo e todo o suporte necessário para receber em suas casas, por até 18 meses, crianças e adolescentes que precisaram ser afastados de suas famílias. Pensando em esclarecer dúvidas sobre o programa, a Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e Juventude do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (PJIJ/MPDFT) e o Família Acolhedora prepararam a campanha “Seja um doce lar temporário para memórias eternas”, para as redes sociais, voltada a esclarecer as principais dúvidas sobre o programa. 

Previsão legal, tipos de famílias que podem ser lar temporário, como é a preparação da família, como ficam a educação da criança e seus atendimentos médicos, como é o momento do desligamento da criança, relação do acolhimento com a adoção. Essas são apenas algumas dúvidas que os profissionais esclareceram de forma simples e acessível nos posts que serão publicados até fevereiro. Além disso, também será informado um passo a passo explicando como os interessados podem fazer para se tornarem famílias acolhedoras.

Para a fisioterapeuta Bianca Queiroz, que já está em seu sétimo acolhimento, poder acompanhar parte da vida dessas crianças e jovens é uma oportunidade para toda a família. “Para nós, participar do programa tem sido um propósito. A família é muito aperfeiçoada, a gente ganha muito mais do que tem para dar. Para nossos filhos é uma experiência incrível, poder ensinar a eles a olhar para o próximo com carinho, com respeito, e eles poderem ouvir outras histórias”. E completa: “Nós tentamos encaixar totalmente a criança na rotina familiar, pois ficamos responsáveis por todo o cuidado, mas temos o suporte do Aconchego e uma ajuda de custo, que não pode ser o que motiva, pois é apenas um incentivo”.

Segundo Bianca, um dos pontos que mais geram dúvidas é a despedida. “Todo mundo me pergunta como é que a gente aguenta quando a criança vai embora, porque é um luto que a gente vive, e cada um vive isso de uma forma. No final não tem jeito, a gente chora e sente o vazio na casa, mas ao mesmo tempo fica com o coração cheio de gratidão e com a sensação de papel cumprido, mesmo em um momento tão difícil da vida dessas crianças, mas elas recebem amor, recebem carinho, recebem um colo e vivem no núcleo familiar. Antes de ela ir embora, passa por uma série de visitas à sua família e retorna à nossa casa, e esse processo é uma readaptação para nós também”, conclui. 

De acordo com a promotora de justiça de Defesa da Infância e Juventude Rosana Viegas, “a campanha tem a finalidade de difundir o serviço de família acolhedora, serviço esse que compreende uma verdadeira revolução nas políticas públicas voltadas para a convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes. Ele humaniza o acolhimento de crianças afastadas da família e traz a sociedade para cumprir o dever de protegê-las como preconiza a Constituição”.

Conheça abaixo algumas peças da campanha, curta e compartilhe! Seu apoio é fundamental.

Secretaria de Comunicação
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